{"id":1208,"date":"2011-07-25T18:41:36","date_gmt":"2011-07-25T21:41:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontrasantana.com.br\/blog\/?p=1208"},"modified":"2019-04-15T10:03:09","modified_gmt":"2019-04-15T13:03:09","slug":"public-enemy-faz-apresentacao-explosiva-em-santana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrasantana.com.br\/sobre\/public-enemy-faz-apresentacao-explosiva-em-santana\/","title":{"rendered":"Public Enemy faz apresenta\u00e7\u00e3o explosiva em Santana"},"content":{"rendered":"<div class=\"1acf8468e559fd3cbeec5aee3a269a52\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>Em entrevista recente ao Jornal da Tarde, o rapper Chuck D, do Public Enemy, j\u00e1 dizia qual era o maior problema de tocar em festivais: o curto per\u00edodo de apresenta\u00e7\u00e3o. Se, em um show solo, eles podem tocar por duas horas, numa festa como o Black na Cena, tudo deveria ser mais compacto. &#8220;Espero que n\u00e3o nos fa\u00e7am encurtar nossa apresenta\u00e7\u00e3o&#8221;, disse o americano, que se apresentou anteontem, na segunda noite do festival realizado no bairro de Santana.<\/p>\n<p>Mas para o grupo, acostumado a brigar por causas sociais, a disputa pelo tempo foi moleza. Foram quase duas horas de show, o que atrasou o resto das apresenta\u00e7\u00f5es em 22 minutos. O Public Enemy n\u00e3o arredou o p\u00e9 e o p\u00fablico n\u00e3o pareceu se importar com isso. A cada nova m\u00fasica, mais gritos de sauda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O primeiro a subir no palco foi o s\u00e9rio Chuck D. Ele \u00e9 a metade consciente da banda. Com o punho erguido, pediu para que todos o copiassem. &#8220;Somos o Public Enemy&#8221;, disse. &#8220;Tam\u00f4 junto&#8221;, falou em seguida, desta vez em portugu\u00eas. E atacou com &#8220;Public Enemy #1&#8221;, do disco &#8220;Revolution&#8221;, de 2002. Chegou o carism\u00e1tico Flavor Flav, a parte c\u00f4mica da banda. Magrelo e com o gigante rel\u00f3gio pendurado no pesco\u00e7o, ele fez a festa come\u00e7ar de verdade. Juntos, eles cantaram &#8220;Can?t Truss It&#8221;, de &#8220;Apocalypse &#8221;91&#8230;The Enemy Strikes Black&#8221;, de 1991.<\/p>\n<p>Chuck D fez quest\u00e3o de lembrar do primeiro show que eles fizeram em S\u00e3o Paulo, no Parque Ibirapuera, em 1991. &#8220;Aquilo mudou as nossas vidas. Obrigado por acompanharem o Public Enemy por 25 anos. Sem voc\u00eas, n\u00e3o existir\u00edamos&#8221;, disse. &#8220;Brasil \u00e9 o n\u00famero 1&#8221;, novamente em ingl\u00eas. Flavor Flav depois chamou o rapper brasileiro e mestre de cerim\u00f4nias do festival, Tha\u00edde, para dividir os microfones com Chuck D. Pego de surpresa, ele cantou trechos de &#8220;Corpo Fechado&#8221; e &#8220;Senhorita&#8221;.<\/p>\n<p>Ainda houve tempo para que o DJ Lord fazer um set iniciado com m\u00fasicas como &#8220;Seven Nation Army&#8221;, do extinto White Stripes, e uma desconstru\u00edda &#8220;Smells Like Teen Spirit&#8221;, do Nirvana, que arrancou aplausos efusivos. Os hits vieram em sequ\u00eancia de tirar o f\u00f4lego, com &#8220;Bring the Noise&#8221;, &#8220;Don&#8221;t Believe the Hype&#8221;, a divertida &#8220;Cold Lampin&#8221; With Flavor&#8221; e outras. No fim, mais um recado: &#8220;vamos fazer a paz&#8221;, disse Flavor Flav, pedindo para que todos levantassem as m\u00e3os, com os dedos estendidos formando a letra &#8221;v&#8221;. Depois, juntou os dedos, o que significava a uni\u00e3o. E, por fim, cerrou o punho, para mostrar a for\u00e7a. E assim, com todo o engajamento tradicional, o Public Enemy encerrou a sua apresenta\u00e7\u00e3o explosiva.<\/p>\n<p><em>Fonte: Jornal da Tarde<\/em><\/p>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em entrevista recente ao Jornal da Tarde, o rapper Chuck D, do Public Enemy, j\u00e1 dizia qual era o maior problema de tocar em festivais: o curto per\u00edodo de apresenta\u00e7\u00e3o. Se, em um show solo, eles podem tocar por duas horas, numa festa como o Black na Cena, tudo deveria ser mais compacto. &#8220;Espero que n\u00e3o nos fa\u00e7am encurtar nossa apresenta\u00e7\u00e3o&#8221;, disse o americano, que se apresentou anteontem, na segunda noite do festival realizado no bairro de Santana. Mas para o grupo, acostumado a brigar por causas sociais, a disputa pelo tempo foi moleza. 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